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Ainda que a figueira não floresça, não haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no Senhor , exulto no Deus da minha salvação.(Habacuque 3:17-18)
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MENSAGEM DA SEMANA

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ATITUDE É ESPORTE - LER E APRENDER

Musculação - Treino Ideal   10/04/2011



Autor: Paulo Gentil

 Um dos maiores problemas na ciência do treinamento está em estabelecer a quantidade ideal de treino, sempre ouvimos perguntas como: "quantos exercícios devo fazer?" ou "quanto tempo devo passar na academia?". Invariavelmente a resposta é: "depende". Apesar de ser impossível estabelecer a série ideal para todas as pessoas em termos quantitativos (volume) e qualitativos (intensidade) pode-se ter certeza que o problema com o treino da maioria das pessoas é que elas simplesmente exageram na quantidade e pecam na qualidade. A velha máxima "quantidade não é qualidade" também vale a musculação.

Há décadas atrás os alemães já falavam em algo como "treino econômico" e observando o comportamento de alguns russos pode-se ver o que chamo de "treino racional", porém estes conceitos foram pouco valorizados mais ao leste onde a máxima capitalista do "quanto mais melhor" parece interferir também na sala de musculação. Devemos ter em mente que, caso seja necessário um grande número de séries para desencadear a resposta adaptativa, é porque o estímulo de cada uma destas séries é tão deficiente que são necessários vários iguais, para somados terem significância. Atualmente os treinadores mais conscientes e estudiosos manipulam as varáveis de modo que em poucos minutos é fornecido um estímulo eficiente para que a adaptação desejada ocorra. Esta nova tendência que chamo "abordagem qualitativa" prega que o aspecto quantitativo (volume) do treino só deverá ser aumentado quando for impossível manipular o aspecto qualitativo (intensidade). Esta abordagem vem para substituir o modelo antigo onde a primeira atitude do treinador, quando tinha que evoluir uma série, era acrescentar mais um exercício, e isso se repetia até alcançar números absurdos como 10 exercícios para cada grupo muscular.
Ao examinar os treinos atuais verifica-se que normalmente se executam de 4 a 5 exercícios para cada grupo muscular, com 3 a 4 séries por exercício. Levando em conta que normalmente são treinados dois grupamentos por dia, chegaríamos a 40 séries diárias!! Treinos com volumes tão elevados dificilmente poderão ter intensidade alta, por mais que você ache difícil executá-los. E se houver uma tentativa de utilizar métodos para intensificá-lo provavelmente seria atingido um quadro de overtraining.
Na prática

Há diversas pesquisas que obtiveram ótimos resultados com volumes baixos de treino. Vale destacar a publicada no Journal of Conditioning Strength Research em 1997, onde OSTEBERG et al realizaram um estudo comparando os resultados obtidos com treinos de volume semanal igual a 3, 6 e 12 séries e não foram encontradas diferenças significativas entre os protocolos. Ao final do estudo não houve diferença entre os ganhos de força nem de massa muscular. Detalhe: o estudo foi feito em indivíduos com mais de 4 anos de musculação.

Pessoalmente tenho verificado que treinos com volume de 12 séries semanais (seis séries por sessão de treino) são suficientes para os músculos grandes do tórax (peito e costas), podendo ter mais séries para os músculos da coxa e menos para bíceps e tríceps, se realmente for necessário treinar os músculos pequenos. Isto implica que treinos com duração de cerca de 25 minutos podem ser eficientes para obtenção de ótimos resultados.
Quantas séries são necessárias?

Atualmente tem ocorrido um briga intensa entre os adeptos de treino com volume alto e os que pregam volume baixo. O volume alto tem defensores ilustres como William Kraemer e Steven Fleck, mas não se iluda com a palavra "alto", pois os treinos propostos por estes autores têm em média 25 séries por dia, dividido em duas sessões (double split), o que é considerado baixo para muitas pessoas. No outro extremo estão os adeptos do HIT (high intensity training) que usam volumes de 1 a 4 séries por semana!! Um volume tão baixo é compensado com técnicas de intensidade insuportáveis para a maioria das pessoas. Ainda não há como comparar os dois modelos, pois os estudos têm mostrado resultados controversos, ora dando vantagem a um, ora a outro. É interessante ter um profissional capacitado para acompanhar e estruturar seu treino, alternando entre as duas propostas.
Conclusão

A musculação possui inúmeros métodos e diversas formas de controlar as variáveis, dentre todas elas, a última que deve ser usada é o aumento do número de séries. Antes disso deve-se sempre tentar melhorar a qualidade do treino. Normalmente, tenho observado ótimos resultados com treinos de hipertrofia de 6 a 9 séries por grupamento muscular em cada sessão de treino, intensificando-o racionalmente de acordo com o objetivo a ser alcançado e a condição do aluno. Um profissional qualificado saberá como e quando usar a estratégia correta para potencializar seus resultados, diferente de um mal professor que aumentará o número de séries totais e/ou mudará o exercício cada vez que você pede para alterar seu treino.

Referência Bibliográfica


OSTROWSKI, K.J., WILSON, G.J., WEATHERBY, R., MURPHY, P.W., & LYTTLE, A.D. (1997). The effect of weight training volume on hormonal output and muscular size and function. Journal of Strength & Conditioning Research, 11, 148-154





ATITUDE É ESPORTE -VIDEOS




ATITUDE É ESPORTE - PARA MULHERES

Correr sem sutiãs especiais pode deixar seios caídos.   10/04/2011
 

Pesquisa da Universidade de Portsmouth, na Grã-Bretanha, encomendada a pedido de uma empresa que fabrica sutiãs especiais para corrida, afirma que correr sem a roupa apropriada pode deixar as mamas caídas.
Os pesquisadores analisaram os movimentos causados nos seios durante a prática esportiva e constataram que as mamas balançam seguindo uma trajetória no formato do número oito.
A cada passada, as mamas com tamanho médio no Reino Unido - entre 200 gramas e 300 gramas, equivalente aos tamanhos de 44 a 46 no Brasil - balançam cerca de nove centímetros cada uma. Com isso, os ligamentos de Cooper, que dão suporte aos seios, podem se romper ou danificar, causando a "queda" das mamas.
O levantamento mostrou que um sutiã comum diminui o impacto nos seios em até 38%. Já o sutiã apropriado chega a uma diminuição de 78%. Por isso, em breve as praticantes de atividade física devem passar a comprar não só tênis esportivos, como também sutiãs.





ATITUDE É ESPORTE - TERCEIRA IDADE

Terceira Idade - Como envelhecemos?  10/04/2011


1 - O sistema Nervoso

- Diminuição do peso do cérebro devido a perda de células ganglionares
- Redução dos órgãos do sentido
- involução das papilas gustativas da língua (sobram aproximadamente 36%)
- Perda de células ganglionares na cóclea e conseqüentemente diminuição da audição (processo apartir dos 20 anos)

2 - Coração

- Aumento do desempenho do coração e devido a esclerose e conseqüentemente HIPERTROFIA do miocárdio (homem: aumenta 1 grama ano e na mulher 1,4 grama ano)
- As válvulas cardíacas sofrem enrijecimento.

3 - Vasos Sangüíneos

- Fisioesclerose - diminuição da elasticidade, engrossamento e serpenteamento da parede (os efeitos deletérios do tempo são maiores nas artérias do que nas veias que demonstram menores alterações.

4 - Pulmões

- Dilatação dos alvéolos
- Diminuição do número de alvéolos, portanto diminuição da superfície total respiratória
- Diminuição da permeabilidade dos capilares alveolares
- Diminuição da capacidade vital
- Diminuição do volume respiratório máximo

5 - Rins

- Apesar de uma diminuição das células parenquimatosas dos rins, ocorre regulação da economia de água

6 - Fígado

- Redução de 20% de peso entre 50 e 80 anos, apesar disto há uma alta capacidade regenerativa

7 - Pele

- Torna-se mais fina e transparente em função da atividade mitótica e também da redução de colágeno da derme e perda de água (10 a 15%)

8 - Musculatura Esquelética

- Diminuição da força e da massa muscular, especialmente do antebraço e coluna responsáveis pela posturas

9 - Cartilagem e ossos

- Alterações dos mucopolissacarídeos
- Osteoporose e Osteopenia - redução da densidade do tecido ósseo, geralmente mais acentuado nas mulheres
- Os ossos mostram-se mais quebradiços, mais frágeis e mais porosos
- Articulações mais rígidas e menos flexíveis

Estudo Longitudinal sobre o Envelhecimento Baltimore Longitudinal Study on Aging

Foi realizado em Baltimore, Marland (USA), no Centro de Pesquisas em Envelhecimento um estudo com mais de 1500 pessoas saudáveis, voluntárias com idade compreendida entre 17 e 96 anos, com alto nível de escolaridade (trabalhadores ou aposentados em cargos de alto nível) o estudo teve como metodologia a avaliação de 2 dias e meio em mais de 100 procedimentos e a cada 2 anos com o objetivos de analisar os efeitos físicos, mentais e emocionais do envelhecimento na população em estudo, o enfoque na realização dos procedimentos e testes teve como principal direcionamento para a função pulmonar, o metabolismo basal a acuidade visual e auditiva e a coordenação motora.
Os resultados encontrados por esse grupo de pesquisa foram os seguintes:

1 - Quanto a aparência física (medidas antropométricas)

- Constatou-se a redução gradual da Estatura após os 30 anos (0,15 mm/ano em ambos os sexos)
- O tronco mais grosso e extremidades mais finas (diâmetros : > 40 anos - diminuição da panturrilha no homem e > 60 anos diminuição do antebraço)

2 - Quanto a arcada dentária

- Mudança nos hábitos de mastigação
- Aumento das cáries
- Aumento das doenças periodental.

3 - Quanto ao peso e mudanças metabólicas

- O peso aumenta ate os 55 anos e em seguida começa a diminuir, isto devido à perda de tecido magro, massa muscular, água e massa óssea (> nas mulheres)
- Número de calorias - 30 anos - necessita 12/cal dia a menos, 40 anos 120/cal dia a menos
- Gordura corpórea permanece mas muda sua distribuição, devido à perda do tônus muscular, maior concentração nas coxas e no abdômen

4 - Quanto ao sistema cardiovascular

- Colesterol aumenta no início da idade adulta até os 60 à 56 anos e em seguida diminuí
- Problemas coronarianos aumenta com a idade (fumo, hipertensão arterial, aumento do colesterol, lipoproteínas de baixa densidade, baixa capacidade vital, obesidades e diabetes são alguns dos fatores de riscos que colaboram para sua evolução)
- Função cardíaca máxima diminui com a idade
- Estreitamento da parede cardíaca

5 - Mudança do tempo de reação

- Diminuição da capacidade de detectar e relatar
- Aumenta o tempo de reação ao barulho após os 60 anos
- Diminuição das respostas à estímulos e as vezes imprecisas

6 - Mudanças cognitivas

- Diminuição da memória
- Diminuição do desempenho em teste de lógica (> 70 anos)
- Diminuição aprendizado de matérias orais (> 70 anos)
- Aumento do número de erros em tarefas verbais (> 70 anos)
- Diminuição da memória visual entre 50 - 60 anos e acentuadamente após os 70 anos
- Não muda o desempenho relacionado ao vocabulário

7 - Mudança de Personalidade

- Não constatou-se alterações com a idade

8 - Atividade sexual

- Diminuição da taxa de hormônios sexuais, portanto diminuição da atividade sexual
- Tamanho do testículo não muda
- Aumento do tamanho da próstata (> 70 anos)
- Diminuição das fantasias sexuais (desaparecem após os 65 anos)

9 - Mudanças nos sentidos

- Visão - diminui com a idade
- Audição - diminui com a idade
- Paladar - diminui com a idade para substâncias amargas ou salgadas
- Odor - diminui com a idade

10 - Mudanças Fisiológicas

- Diminuição da função renal
- Diminuição da capacidade dos linfócitos e neutrófilos

11 - Mudanças na Força


- Diminuição da força no antebraço e músculos do dorso (> 65 anos)
- Atividade física diminui
- Diminui o desempenho máximo durante o exercício
- Diminui a força muscular nas mãos em função da diminuição da massa muscular

Diferenças entre os sexos constados pela pesquisa

- Maior diminuição da densidade óssea após a menopausa (mulheres)
- Número de células brancas do sangue maior em homens do que nas mulheres
- Consumo máximo de oxigênio é 20 % em média maior em homens do que em mulheres, provavelmente devido à massa muscular
- Aumento da gordura abdominal após a menopausa nas mulheres e no homens aumento no início da puberdade ate a meia idade
- Perda auditiva maior 2 vezes nos homens do que nas mulheres
- Diminuição da capacidade de identificar odores e mais rápida nos homens

Conclusões do estudo

- Não temos apenas um relógio responsável pelo envelhecimento de todos os órgãos.
- Idade cronológica não é um agente eficaz para previsão de desempenho





ATITUDE É ESPORTE - CURIOSIDADES

24 verdades que podem mudar sua vida  10/04/2011




01 - O nome completo do Pato Donald é: Donald Fauntleroy Duck.

02 - Em 1997, as linhas aéreas americanas economizaram US$ 40.000 eliminando uma azeitona de cada salada.
03 - Uma girafa pode limpar suas próprias orelhas com a língua.

04 - Milhões de árvores no mundo são plantadas acidentalmente por esquilos que enterram nozes e não lembram onde eles as esconderam.

05 - Comer uma maçã é mais eficiente que tomar café para se manter acordado.

06 - As formigas se espreguiçam pela manhã quando acordam.

07 - As escovas de dente azuis são mais usadas que as vermelhas.

08 - O porco é o único animal que se queima com o sol além do homem.

09 - Ninguém consegue lamber o próprio cotovelo, é impossível tocá-lo com a própria língua.

10 - Só um alimento não se deteriora: o mel.

11 - Os golfinhos dormem com um olho aberto.

12 - Um terço de todo o sorvete vendido no mundo é de baunilha.

13 - As unhas da mão crescem aproximadamente quatro vezes mais rápido que as unhas do pé.

14 - O olho do avestruz é maior do que seu cérebro.

15 - Os destros vivem, em média, nove anos mais que os canhotos.

16 - O “quack” de um pato não produz eco, e ninguém sabe porquê.

17 - O músculo mais potente do corpo humano é a língua.

18 - É impossível espirrar com os olhos abertos.

19 - “J” é a única letra que não aparece na tabela periódica.

20 - Uma gota de óleo torna 25 litros de água imprópria para o consumo.

21 - Os chimpanzés e os golfinhos são os únicos animais capazes de se reconhecer na frente de um espelho.

22 - Rir durante o dia faz com que você durma melhor à noite.

23 - 40% dos telespectadores do Jornal Nacional dão boa-noite ao William Bonner no final.

A última e mais impressionante:

24 - Aproximadamente 70 % das pessoas que lêem este artigo tentam lamber o cotovelo.





MENSAGEM BÍBLICA


Eu Sei Que o Meu Redentor Vive



Fazemos aqui uma pergunta bastante interessante aos modernos teólogos, pastores, bispos e apóstolos televisivos pregadores-barganhadores da teologia da prosperidade: Por que vocês sempre deixam de lado a história de Jó?
Sempre que falamos em sofrimento, nos lembramos do homem de Deus chamado Jó, que passou por um teste que nenhum de nós gostaria de passar e talvez nem mesmo suportássemos, culminando nas pesadas palavras de sua própria esposa, que lhe disse:
"Ainda conservas a tua integridade? Amaldiçoa a Deus e morre" (Jó 2.9).
A verdade é que para muitos de nós, o mais perto que gostaríamos de estar de Jó é fazer parte do seu círculo de amigos. Ficamos assombrados com uma pergunta simples e ao mesmo tempo, familiar: como este homem continuou seguindo em frente quando parecia não haver para razão para isso?
Jó foi um homem extremamente rico em sua época. Poucos de nós experimentam a abundância de Jó antes da provação ou as suas enormes perdas.
Alguns questionamentos vêm à tona: Como suportamos as dificuldades do dia a dia? De que modo as tragédias que enfrentamos afetam a nossa confiança em Deus? Quando a vida fica difícil, o que fazemos?
Felizmente, nós não precisamos ver as perdas tão de perto quanto Jó para aprendermos com ele uma lição sem preço. Quando tudo o que Jó possuía se perdeu, ele manteve sua esperança, pois ela não dependia de suas posses, de seus amigos ou de sua família. Ao invés disso, ele confiava em Deus. Amigo, Deus é o único lugar em que nossa fé pode descansar segura. Para Jó, a esperança não dependia de ter suas posses ou sua família de volta. Ele não barganha com Deus, dizendo: "Vou confiar em ti se fizeres minha vida melhorar". Isso, no entanto, é o que nos ensinam claramente no rádio e na televisão muitos pregadores modernos, comerciantes da Palavra de Deus.
Ao contrário, a vida de Jó é uma clara ilustração da verdade que o (verdadeiro) apóstolo Paulo expressou: coisa alguma neste mundo "poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor" (Romanos 8.39).
No meio das circunstâncias adversas, Jó exclama em alto e bom som: "eu sei que o meu Redentor vive" (Jó 19.25). E completa: "verei a Deus" (Jó 19.26).
Convicto de que Deus vive, Jó tem desejo ardente de vê-Lo.
Jó tem consciência de que as fundações da existência estão Deus vivo.
Por causa da gravidade do sofrimento de Jó, hesitamos em nos colocar em seu lugar. Mas, na verdade, já estamos lá, do modo que mais importa. Fazemos parte desta vida física e temporária do mesmo modo que ele. Quer nos nos assemelhemos muito ou pouco com Jó, precisamos do mesmo Redentor que ele conhecia.
Quando conhecemos o Salvador, nossa visão sobre a vida e a morte muda.
Nosso Redentor vive em nós agora.
Embora não possamos ver muita coisa além da morte, sabemos que o Senhor Jesus está lá.
Seja como for, isso será o suficiente.

Autor: Adail Campelo